Francieli: como a curitibana encontrou, no Airbnb, uma forma mais leve de viver o doutorado
Quando Francieli, usuária do Airbnb de Curitiba (PR), foi selecionada para um programa de doutorado em uma universidade no Rio de Janeiro (RJ), ficou em dúvida sobre a logística da nova fase. Sabia que, nos quatro anos seguintes, precisaria passar algumas temporadas na capital carioca, mas ainda não tinha clareza sobre a carga horária das aulas ou quanto tempo precisaria estar na cidade.
“Resolvi, então, reservar um apartamento pelo Airbnb por um período inicial de 40 dias, só para me situar. Isso foi no início de 2024”, conta.
Depois de receber mais detalhes sobre o curso, percebeu que os períodos de viagem seriam bastante flexíveis e que, no primeiro semestre, por exemplo, só teria aulas às quartas-feiras. Levando em conta também que ainda havia períodos de férias e feriados ao longo do ano, ela preferiu ter a liberdade para escolher as datas que estaria no Rio de Janeiro, sem a necessidade de se mudar para lá.
“Só de pensar nas etapas do processo de mudança, me dava uma preguiça enorme. Eu já tenho meu trabalho na minha cidade e o doutorado, não queria que essa questão do deslocamento para o Rio virasse uma preocupação”, explica.

Foi aí que ela pensou: por que não continuar reservando espaços no Airbnb? E foi exatamente o que passou a fazer. Desde então, abre o calendário do curso, confere as datas em que tem que estar no Rio e escolhe um apartamento, seja por cinco dias, seja por algumas semanas. Nem precisa olhar com muita antecedência: sabe que sempre encontrará um lugar disponível.
“O Airbnb desburocratizou a minha vida. E, nesse ir e vir, ainda descobri que podia variar os apartamentos a depender das minhas necessidades. Quando tenho mais tempo livre, fico em Copacabana ou no Flamengo, mais perto das praias. Quando preciso focar mais nos estudos, alugo um espaço no Centro. Se a estadia é curta, reservo um lugar menor e mais simples, mas se vou ficar mais tempo, prefiro algo maior e mais equipado”, conta.
Francieli acabou pegando gosto por essa vida e diz que a mobilidade permite que ela conheça partes diferentes da cidade: ela estima que, nos últimos dois anos, tenha ficado em pelo menos quinze apartamentos. “Uma vez cheguei a esquecer onde eu estava ficando e tive que abrir o aplicativo do Airbnb para conferir”, lembra ela, rindo. Em 2026, planeja passar temporadas na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, e na Tijuca, na Zona Norte.
E a capital carioca também ganhou seu coração: mesmo depois que o doutorado terminar, ela já imagina que não vai conseguir ficar muito tempo longe da cidade. “Vou continuar arrumando desculpas para passar um mês ou outro no Rio. No Airbnb, claro.”